
- É sim... pura demonstração de afeto, de carinho.
- Trouxe pra vc porque vc é muito especial... amo vc!
Pois é!
Por que a nossa cultura associa demonstração de carinho e afeto com comida, com doces?!
Por que nossas mães (a minha fazia isto direto quando era viva) nos paparicavam com gulosiemas como demonstração do seu amor?!
O pecado aqui não mora ao lado... convive comigo em minha sala de aula. Minha aluninha querida (já postei uma foto dela aqui num cartão que me deu de presente) me trouxe um pote cheio de docinhos de festa, bombons recheados com coco e uma fatia generosa do bolo da festa de aniversário de 6 anos da prima.
Gente!!! era aniversário da prima, em outra cidade...
Nossa... é muito amor pela Tia.
A tia aqui agradeceu envaidecida pela lembrança... comeu docinhos, ofereceu docinhos para algumas colegas da escola, trouxe docinhos pra casa e a fatia de bolo ainda está embrulhadinha pra comer depois... talvez na quarta.
É dificil! É difícil!
Mas não é impossível!
Ainda bem que não morro de amores por doces.
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Café da manhã:
pão na chapa + guaravita
Lanche:
banana
Almoço:
brócolis (comprei) + arroz + ovo mexido + seleta de batata com cenoura + mamão (merenda escolar)
Lanche:
docinhos
Jantar:
carnes da sopa de ervilha (porque a sopa mesmo ficou salgada)
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Fechando a boca em 1200kcal
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Exercício: NÃO
Número 2: SIM
Não comi glúten depois das 18 horas
Não comi glúten depois das 18 horas
4 comentários:
Oi Karla!
Ótima semana pra vc tb!
Beijos!!!
Oii Karla!
O seu blog que é ótiimo! Além das dicas, ainda adoro ficar brincando com o sapinho!!! é sério!
Quem me dera não ser louca por doces. O jeito é esse mesmo, comer um pouco e repartir o resto. Não dá pra mudar costumes, tradições nem a cabeça das outras pessoas. Nós é que temos que nos reeducar.
Por falar em reeducação, preciso entrar mais no fórum novo do Dr. Marcílio. Ele nem faz idéia de como mudou a minha vida.
Olha Karlinha, eu já bati muito a cabeça tentando entender o porque das associações, das preferência do paladar, etc, etc. Cheguei a conclusão que a comida sempre vai estar ali, pronta prá ser consumida. Quer seja na forma de alimentação que vc escolhe, quer seja nas oportunidades que se apresentam. O jeito é sempre buscar uma postura adequada frente a ela. O que vc fez é o que tinha que ser feito. Já pensou como doeria sua consciência se jogasse tudo fora escondido? Mas, como vc mesma disse, é difícil. Bjs Zá,
Oi Karlinha. Um docinho de vez em quando pode, só não pode virar rotina né. Eu AMO doces, mas decidi não comê-los durante minha Ra, pelo menos no início, nos primeiros meses. Até aqui, tenho conseguido. E olha que minha mãe é uma doceira de primeira.
Adoro o seu blog e sempre te visito, embora nem sempre sobre tempo para deixar comentários. Beijos e até.
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