“Gordinha, ruiva e de olhos azuis, chamava a atenção quando criança. Resultado: não conseguia me livrar da imagem de fofa, tão apreciada por todos. Meu primeiro emprego foi como inspetora de qualidade em uma fábrica de alimentos. Assim, tinha que provar todas as comidas. Cheguei aos 75 quilos. Em casa, o afeto dos meus pais era expresso por meio da comida e não com carinho de verdade. Beliscava o dia inteiro e dizia que não sabia porque estava gorda. Desenvolvi a Síndrome de Crohn, doença crônica que ataca o aparelho digestivo. Me viciei em anfetaminas, mas escondi do médico. E ainda tomava a droga com os remédios para tratar a doença. Quando contei a verdade, ele me alertou: ‘Desse jeito, você vai morrer’. Preocupada, minha irmã, que já fazia o Meta Real, me levou a uma reunião. Em um ano, perdi 15 quilos e não senti fome. Passei a fazer caminhada e hidroginástica. Hoje, trabalho como esteticista e sou meu melhor cartão de visitas.” Silmara Lima, 32 anos, 1,59 metro, 55 quilos, 15 quilos a menos.
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Recuperei minha auto-estima
“Sempre fui magra e ativa. Nadava, lutava, fazia musculação e estudava. Até que comecei a ter distúrbios gástricos e dores no corpo inteiro (problema depois diagnosticado como fibromialgia). Deixei de praticar esportes e comecei a engordar. Consultei vários especialistas. Usava remédios para emagrecer, interrompia, voltava a ter muita fome. Por outro lado, o distúrbio gástrico me tirava o apetite. Passei, então, a sofrer o efeito sanfona. Meus hábitos alimentares eram péssimos. Às vezes, a primeira refeição do dia eram 2 Alpinos, 1 café e 1 cigarro. No almoço, acabava com 2 pacotes de biscoito. Cheguei aos 70 quilos. Não conseguia sequer sair da cama e perdi todas as roupas, até as calcinhas. Bateu o desespero: onde é que eu vou parar? Resolvi, então, procurar o Meta Real. Em dois meses, perdi 10 quilos. Estou com o corpo que tinha aos 25 anos. Hoje, tenho prazer em comer salada de rúcula e um único chocolate já me satisfaz.” Mariella Zuccon, 32 anos. 1,73 metro, 59 quilos, 11 quilos a menos.
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Nunca mais serei gordinha
“Sabe como é família italiana... Qualquer motivo é razão para comer. Lá em casa, os exageros à mesa eram constantes. Não é à toa que quase todos são obesos. Minha mãe sempre insistiu para que eu comesse. Hoje, faz o mesmo com o neto: ‘Toma o leite até o fim’, vive dizendo ao Gabriel, que tem 2 anos e meio. Quando completei 14 anos, estava 10 quilos acima do peso. Ficava dois dias sem comer e nos outros descontava tudo. Levada pela minha mãe, passei a freqüentar o Meta Real. Em cinco meses, emagreci tudo o que quis. Graças ao método, pude me pesar para as aulas de educação física sem passar ergonha e ouvir as piadinhas dos colegas. Ao engravidar, entrei em pânico: vou ficar gorda de novo, pensei. Que nada. Ganhei só 9 quilos, já tinha aprendido a comer direito. Depois de dois meses do parto, meu corpo já estava do jeito que era. Agora, no terceiro mês de gravidez, já não receio voltar a ser gorda.”
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Agora visto o que eu quero
“Decidi emagrecer de uma vez por todas depois que saí de um shopping chorando, porque roupa nenhuma me caía bem. Só ficava me imaginando numa blusa colada e calça de cintura baixa. Só que desisti de dietas (fiz todas) e remédios, porque engordava de novo. Quando comecei a seguir o Meta Real, duvidava que iria emagrecer. Nem desconfiava que, como diz o método, é preciso comer gordura para perder peso. No começo, o emagrecimento é lento. Meu noivo atrapalhou porque gosta de mim cheinha e nunca me deu a menor força. Nossos programas eram sempre comer fora. Ainda brigamos por causa disso, não tenho mais vontade de ir a restaurantes. Em seis meses, perdi 16 quilos. Minha meta, que era chegar aos 63 quilos, agora é parar nos 59. No início, ficava de olho no relógio, porque é preciso esperar até seis horas entre uma refeição e outra. Logo me acostumei. Até meu humor melhorou.” Adriana Maria da Silva, 23 anos, 1,67 metro, 65 quilos, 16 quilos a menos.
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Ganhei qualidade de vida
“Imagine uma mulher que sempre esteve 20 quilos acima do peso descobrir que tem facilidade para emagrecer. Foi o que aconteceu comigo depois que conheci o Meta Real. Lá, aprendi que perder peso não exigia tantos sacrifícios. Para mim, dieta era sinônimo de privação. Nunca aceitei meu corpo e sempre me senti rejeitada. Uma vez, entrei em uma loja de grife e a vendedora foi logo perguntando: é para presente? Também, pesando 80 quilos... Eu, que fumava dois maços por dia, parei com o cigarro e não voltei a engordar. Descobri que fundo de poço tem mola, dá para voltar à tona. Verdade: perdi 20 quilos em sete meses. Sinto fome três vezes por dia e não o tempo todo, como antes. Mudei o jeito de encarar a comida. Quando vou a uma festa, não me preocupo com os pratos que vão servir, mas com o tipo de música. Me sinto como uma magra original, mas não quero seguir um padrão de beleza.” Adriana Braitt, 24 anos, 1,70 metro 59 quilos, 20 quilos a menos.
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Como tudo o que gosto
“Aos 12 anos, arrumei um namoradinho e comecei a ficar vaidosa. Meus 3 quilos a mais me levaram a fazer dieta por conta própria. Nada adiantava. Quando fiquei 6 quilos acima do peso, iniciei dietas malucas e tomei emprestada fórmulas emagrecedoras de uma amiga. Me pesava cinco vezes por dia. Na lua-de-mel do meu primeiro casamento, engordei 6 quilos em dez dias. Em oito meses, ganhei 20 quilos. Me tornei mal-humorada, agressiva. Foi então que ouvi falar no Meta Real. Eu, que nem tinha um espelho para ver o corpo inteiro, comecei a me olhar sem ser tão crítica. Acabou minha compulsão alimentar, que me fazia comer pão com açúcar. Em dez meses, emagreci 24 quilos. Como de tudo, não fico sem chocolate. Meu casamento acabou, casei de novo e nunca mais engordei. Uma ex-colega até me ligou para perguntar, com ironia, se eu ainda estava magra. Pois fiz questão de me encontrar com ela só para exibir minha nova forma.” Roseli Masi, 33 anos, 1,60 metro, 60 quilos, 24 quilos a menos
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