A EXCEÇÃO NÃO FAZ MAL, DESDE QUE OS HÁBITOS COTIDIANOS SEJAM BONS.
Nuno Cobra
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

DEPENDÊNCIA PESADA

29/3/2010
Agência FAPESP 

O mecanismo molecular que leva indivíduos ao vício em drogas é o mesmo que está por trás da compulsão pela comida, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas norte-americanos.
Os resultados fornecem uma explicação científica para algo que é verificado na prática por pacientes obesos há muito tempo: assim como ocorre com a dependência em outras substâncias, largar o vício por comida não saudável é algo extremamente difícil.
A pesquisa, coordenada por Paul Kenny do Instituto de Pesquisa Scripps, na Flórida (Estados Unidos), foi publicada no último domingo (28/3) na edição on-line da revista Nature Neuroscience e em breve será veiculada na versão impressa.
Os resultados do estudo já haviam sido divulgados de forma preliminar em uma reunião da Sociedade de Neurociências, em Chicago, em outubro de 2009. Mas o artigo vai mais longe, demonstrando pela primeira vez com clareza, em modelos animais, que o desenvolvimento da obesidade coincide com a deterioração progressiva do equilíbrio químico em circuitos de recompensa do cérebro.
Conforme esses centros de prazer do cérebro se tornavam cada vez menos sensíveis, os ratos utilizados no experimento desenvolviam rapidamente o hábito de comer compulsivamente, consumindo quantidades maiores de alimentos com altos teores de calorias e gordura, até se tornarem obesos.
As mesmas mudanças ocorreram nos cérebros dos ratos que consumiram grande quantidade de cocaína ou heroína. Os cientistas acreditam que esse mecanismo tem um papel importante no desenvolvimento do uso compulsivo de drogas.
De acordo com Kenny, o estudo, que levou três anos para ser concluído, confirma as propriedades “viciantes” da comida junk – alimentos não saudáveis com muitas calorias e muita gordura.
“Ao contrário do resumo divulgado de forma preliminar, esse novo estudo explica o que ocorre no cérebro desses animais quando eles têm acesso fácil a altos teores de calorias e gordura. A pesquisa apresentou as evidências mais completas e convincentes de que a dependência de drogas e a obesidade têm base nos mesmos mecanismos neurobiológicos subjacentes”, afirmou Kenny.
Segundo ele, os animais continuaram a comer compulsivamente, mesmo quando recebiam choques elétricos. “Isso mostra como eles estavam motivados a consumir o alimento saboroso”, disse.
Os pesquisadores alimentaram os ratos com uma dieta modelada a partir do típico cardápio que contribui para a obesidade humana – com calorias de fácil obtenção e alta gordura –, como salsichas, bacon e cheese-cake. Logo após o início dos experimentos, os animais começaram a comer em grande quantidade.
“Eles procuraram sistematicamente o pior tipo de comida. O resultado é que eles ingeriram o dobro das calorias dos ratos do grupo de controle. Quando removemos a comida junk e tentamos colocá-los em uma dieta mais balanceada, eles simplesmente se recusavam a comer”, disse Kenny.
A modificação na preferência dos ratos em relação à dieta foi tão grande que os animais passaram fome por duas semanas depois que a comida junk foi cortada. Os animais que apresentaram um colapso nos circuitos cerebrais de recompensa foram justamente aqueles que mudaram a dieta mais profundamente, buscando a comida mais saborosa e menos saudável.
“Esses mesmos ratos também foram os que se mantiveram comendo, mesmo quando levavam choques elétricos”, disse o cientista. De acordo com Kenny, o mecanismo do vício é bastante simples. As vias de recompensa no cérebro foram tão superestimuladas que o sistema basicamente começa a ser “ligado” espontaneamente, adaptando-se à nova realidade do vício – seja ele a cocaína ou o bolo de chocolate.
“O corpo se adapta notavelmente bem à mudança. E esse é o problema. Quando o animal superestimula os centros de prazer de seu cérebro com comida altamente saborosa, os sistemas se adaptam a isso, diminuindo sua atividade. No entanto, nesse momento o animal requer constante estimulação pela comida saborosa a fim de evitar a entrada em um estado persistente de recompensa negativa”, explicou.
Depois de mostrar que os ratos obesos tinham, em relação à comida, um comportamento claramente semelhante ao do vício em drogas, Kenny e sua equipe investigaram o mecanismo molecular subjacente que explica a modificação. Eles se concentraram em um receptor específico no cérebro, conhecido por ter um importante papel na vulnerabilidade à dependência química e à obesidade – o receptor de dopamina D2.
Esse receptor responde à dopamina, um neurotransmissor que é liberado no cérebro por experiências de prazer, como comida, sexo ou drogas como a cocaína. No caso do abuso de cocaína, por exemplo, a droga altera o fluxo de dopamina bloqueando sua recuperação, inundando o cérebro e superestimulando os receptores. Isso leva eventualmente a mudanças físicas na maneira como o cérebro responde à droga.
O estudo mostra que o mesmo processo ocorre quando o indivíduo está viciado em comida junk. “Essa descoberta confirma o que muita gente suspeitava: o consumo exagerado de comida muito saborosa é um gatilho para uma resposta neuroadaptativa, semelhante ao vício, nos circuitos de recompensa do cérebro. Isso leva ao desenvolvimento de uma obesidade e à dependência de drogas”, afirmou.
O artigo Dopamine D2 receptors in addiction-like reward dysfunction and compulsive eating in obese rats (doi:10.1038/nn.2519), de Paul Johnson e Paul Kenny e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em www.nature.com/neuro.

domingo, 21 de março de 2010

Bebidas achocolatadas retardam o envelhecimento do cérebro

Amantes de chocolate não precisam nem esperar a Páscoa para comemorar. Segundo pesquisa, uma xícara do chocolate pode ajudar o sistema nervoso a retardar o processo de envelhecimento do cérebro, provocado pelo envelhecimento do organismo. Isso acontece por que as sementes do cacau possuem uma grande quantidade de antioxidantes que aumentam o fluxo de sangue no cérebro, fazendo com que este funcione melhor.
O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade de Nottingham na Inglaterra, com um grupo de mulheres jovens que tiveram os cérebros monitorados por computador enquanto tinham que resolver testes com problemas complexos.
O resultado mostrou que aquelas que bebiam regularmente bebidas achocolatadas apresentaram melhores resultados nos testes. Mas os cientistas alertam que esse é um indicador que ainda precisa ser comprovado com estudos mais profundos. (E só para constar, uma xícara de achocolatado tem, em médio, 260 calorias)
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Com informações da Agência Estado

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

RAÇÃO HUMANA – FUJA DELA!?

Leia a matéria do Dr. Alexandre Feldman aqui. . Ração Humana Pode Causar Prejuízos à Saúde .
Uma assim chamada “ração humana” tem recebido destaque cada vez maior na mídia brasileira, inclusive em revistas de circulação nacional. No meu consultório, cada vez mais pacientes perguntam minha opinião sobre ração humana. Em vários sites, lemos que ração humana não possui contraindicação. Que ração humana pode ser consumida no lugar de uma das refeições. Que ração humana ajuda a perder peso. Que ração humana contribui para a saúde do coração e vasos sanguíneos, alivia sintomas da menopausa, solta o intestino. Lê-se até que ração humana ajuda a combater flacidez!

domingo, 1 de novembro de 2009

DIETA AMERICANA FAZ PERDER 3 kg A CADA 4 DIAS

Prepare-se para conhecer a dieta dos sonhos - e não estamos exagerando! O plano de emagrecimento do médico americano Ian Smith, autor do livro The 4 Day Diet (A Dieta dos 4 Dias, não publicado no Brasil), virou febre nos Estados Unidos. O segredo do sucesso é simples: o método consiste em três cardápios, que devem ser seguidos por quatro dias cada. Você pode escolher fazer só um, dois ou os três. O melhor? Você seca até 3 kg a cada 96 horas e, se quiser perder mais peso, pode repetir a sequência dos três menus. Há pacientes do Dr. Ian Smith que emagreceram 45 kg em cinco meses! A seguir, veja todos os benefícios desse inovador plano alimentar. .
Conheça o pai da dieta O Criador da Dieta dos 4 Dias é Ian Smith, médico formado pela Universidade de Harvard (EUA). Ele tem quadros sobre reeducação alimentar em dois programas na TV e também é consultor da revista Men’s Health nos EUA. O especialista escreveu quatro livros, dois deles best-sellers: The 4 Day Diet (que inspirou esta reportagem) e The Fat Smash Diet (A Dieta que Acaba com a Gordura), ambos ainda não traduzidos para o português. . Por que este método funciona? 1 - Não é um plano restritivo A Dieta dos 4 Dias é eficiente porque permite que você coma bastante, ao contrário de planos restritivos. Esses são mais difíceis de seguir porque, quando diminuimos muito a quantidade de comida da dieta, temos uma perda de até 50% da produção do hormônio leptina. E é essa a substância que mantém o metabolismo acelerado, reduz o apetite e aumenta a sensação de saciedade. Quando as taxas de leptina caem, sente-se mais fome, o que gera a vontade de desistir. 2 - Permite algumas guloseimas Cortar do cardápio nossas comidas favoritas por muito tempo nos deixa com a sensação de privação. E isso coloca toda o estímula para continuar a dieta em risco! Primeiro: não se pode aguentar tanto tempo sem ingerir algo que a faz sentir prazer e, num momento de fraqueza, em vez de comer um pedacinho de bolo, por exemplo, devora metade da sobremesa. Segundo: no final da dieta, quando a pessoa puder voltar a incluir tais alimentos no cardápio, certamente irá exagerar - recuperando os quilos que tanto sofreu para perder. 3 - Objetivo simples e alcançável O segredo desse método é propor uma meta que se alcança facilmente: perder até 3 kg em quatro dias. Ao estipular metas modestas, com cardápios variados e de duração curta, nos sentimos motivadas e menos ansiosas. Aí, não corremos o risco da comilança desenfreada. Outra vantagem: quando o cérebro armazena as comidas da dieta, as inclui em nossos hábitos para a vida toda. Mas atenção: após um tempo, o corpo para de emagrecer ao "perceber" que mais perda de peso pode comprometer a saúde.
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Leia mais aqui
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sábado, 24 de outubro de 2009

DOSE DE RISCO

Beber para não comer e emagrecer. Essa é a receita quase sempre fatal da drunkorexia, transtorno alimentar que ganha visibilidade na novela Viver a Vida.

Renata, assim como muitas mulheres, tem vários sonhos. Quer ser modelo ou atriz. Também como algumas mulheres, ela sabe que ser magra virou um imperativo cultural numa sociedade que supervaloriza a imagem.

Renata compreende que o corpo sem excessos – sem gorduras, flacidez, estrias ou celulites – é o único que, mesmo sem roupas, está decentemente vestido. Renata, como quase todas as mulheres de sua idade, não quer engordar. Por isso ela bebe.

A partir desta semana o drama de Renata, personagem da atriz Bárbara Paz na novela Viver a Vida (TV Globo/TV Anhanguera), ganhará mais visibilidade. Com a personagem, o autor Manoel Carlos pretende alertar sobre o risco da drunkorexia (do inglês: drunk, que significa bêbado) ou anorexia alcoólica.

O termo não é científico, mas já circula pela internet e pelos consultórios médicos. Ainda pouco conhecido, o transtorno alimentar ocorre quando as doentes – a maioria é mulher na faixa entre 18 e 25 anos – bebem e deixam de comer para emagrecer.

Elas transformam a obsessão pela magreza em compulsão pela bebida, em especial os destilados que suprimem o apetite e, tomados em grande quantidade, dão uma sensação de saciedade e certo enjoo da comida.

O contrário também pode ocorrer: o alcoolista, em estado crônico, quase sempre desenvolve algum tipo de transtorno alimentar. No estômago vazio, sobretudo o feminino, uma mera lata de cerveja é capaz de provocar sinais de embriaguez.

Transtorno

Secretário do Departamento de Dependência Química da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o psiquiatra Marco Antônio Bessa explica que a drunkorexia faz parte do grupo de doenças ligadas às desordens alimentares como a ortorexia (fixação por uma alimentação saudável), a bulimia (episódios de compulsão alimentar seguidos de comportamentos compensatórios como vômitos ou uso de laxantes) e a manorexia (anorexia em homens).

“Na verdade, a anorexia é um transtorno psiquiátrico conhecido há bastante tempo. O que tem se comentado mais recentemente é essa associação com o álcool. Alguns pacientes, em situação mais grave, buscam também a cocaína e anfetaminas”, explica.

As drogas para alguns anoréxicos, além de inibidores de apetite, servem como um alívio para a angústia e a ansiedade que o jejum provoca. “A anorexia em si já é uma doença bastante difícil de tratar.

Quando associada ao uso de drogas, essa dificuldade aumenta. Para quem sofre de anorexia alcoólica são maiores os riscos de hemorragias digestivas, problemas hepáticos e infecções em geral”, enumera o médico, que teve em seu consultório um caso recente de uma adolescente com drunkorexia.

No Brasil ainda não há estudos sobre o transtorno. Nos Estados Unidos, pesquisadores constataram que o uso de álcool entre pessoas com anorexia chega a ser maior do que entre pessoas saudáveis. As mulheres são as principais vítimas do transtorno. “Existe uma pressão social maior sobre o corpo feminino".

Os modelos de sucesso que as meninas têm na adolescência estão diretamente ligados à magreza. Acho que a novela presta um grande serviço ao alertar os pais sobre esse e outros transtornos. Acaba abrindo o diálogo”, defende a psicóloga Annelize Lisita, especialista em dependência química.

As desordens alimentares têm origem em comportamentos tolerados, glorificados e até mesmo reforçados pela sociedade. Na cultura das celebridades, o normal e até chique é ser magra, tomar muitos porres homéricos e, invariavelmente, acabar num centro de reabilitação.

A atriz Lindsay Lohan e a cantora Amy Winehouse são os melhores símbolos disso. Foi na última que Bárbara Paz foi buscar inspiração para compor sua personagem na novela.

“Nunca tinha ouvido falar da doença. Quando fui convidada para a novela, comecei a ler livros sobre anorexia e alcoolismo. Fui também em uma psicanalista e psiquiatra para entender melhor a doença e a reação dessas jovens – históricos, causas e efeitos”, explicou Bárbara, em entrevista por e-mail ao POPULAR.

Para ela, o drama de Renata vai servir de exemplo e estimular o debate. “Acho que a novela tem um grande dever social de alertar os jovens e as famílias de que isso, que pode ser só uma brincadeira de emagrecimento, pode ser tornar uma doença grave. Muito grave.

Os efeitos que a ausência do alimento e o abuso do álcool provocam no organismo são seriíssimos.”

Aos 17 anos, então aspirante a modelo, Bárbara sofreu um acidente de carro. Numa festa encontrou-se com mais duas amigas, beberam muito e saíram de carro, que bateu numa pilastra de um prédio.

O vidro do carro entrou rasgando no rosto de Bárbara. As duas amigas desmaiaram instantaneamente. A única desperta, Bárbara saiu pelo vidro do veículo. Seu maxilar pendia, solto, no rosto.

Os músculos faciais estavam dilacerados. A língua e o céu da boca, cortados. Com duas cicatrizes no rosto ela teve de deixar os planos de modelo de lado.

Autor: Grifo Marketing

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

VOCÊ TEM ABDOMEN ESTUFADO?

Você tem o abdomen Estufado?
Você já tem gases freqüentemente? Após as refeições o seu abdômen fica distendido? Entenda o que pode estar causando isto. Todo mundo tem gases e uma pessoa normal expele em média 14 vezes ao dia. O problema é o excesso de gases, que estufa o abdômen e pode causar cólicas, desconforto, indisposição e mau-humor. O acúmulo de gases é uma queixa comum no consultório, também conhecido como flatulência (do latim flatus, que significa sopro).

O excesso de gases pode ser por vários motivos que vão desde: alimentação, ansiedade, cândida intestinal, desequilíbrio da flora intestinal, etc.

Sobre a alimentação é importante estar atento aos alimentos que produzem mais gases, entre eles estão o feijão e o leite. No feijão encontramos muitos oligossacarídeos produtores de gases, sendo o principal chamado rafinose. Como não produzimos uma enzima (alfagalactosidase) que digere este elemento, a ingestão de feijões pode aumentar em até 12 vezes a liberação de gases.Com relação ao leite, muitas pessoas têm “intolerância à lactose”, pois não possuem quantidade suficiente da enzima lactase, necessária para digerir o açúcar do leite. Um estudo comprovou que os laticínios (exceto o iogurte) são a principal causa de flatulência nos Estados Unidos, pois existem vários graus de intolerância (branda ou severa) à lactose.Um exemplo foi que durante 2 dias um rapaz não comeu nada e só tomou leite (2 litros por dia), os gases passaram para 141 por dia, sendo 70 em um único período de 4 horas. Também foram produzidos muitos gases, quando ele tomou 2 copos de leite com as refeições.

Outros alimentos geradores de gases são pães e massas, pois uma parte do carboidrato não é totalmente absorvida ou digerida no estômago ou no intestino delgado, chegando resíduos no intestino grosso sendo fermentado pelas colônias famintas de bactérias. O excesso das carnes também contribui a este processo, pois ao permanecerem no intestino grosso entram em putrefação.

Outros alimentos que devemos prestar atenção são: brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas, repolho, cebola, couve-nabo, soja, ervilha seca, nabo, farinha de mandioca, etc.

A ansiedade é um fator que contribui para o aparecimento de gases, pois ao ingerir os alimentos rapidamente e não mastigá-los adequadamente, podemos estar ingerindo ar e dificultando a digestão normal.

Outro fator a ser observado é o desequilíbrio da flora intestinal (Disbiose).Sempre que acontece este desequilíbrio, a Candida albicans é o primeiro dos microorganismos perigosos cuja presença se faz notar. Ela está envolvida no tipo de disbiose chamada fermentativa, e uma das principais conseqüências é a produção excessiva de gases.

Para combater estas causas de gases é importante fazer anualmente uma desintoxicação com limpeza intestinal e reeducação alimentar, e reposição da flora intestinal.A Colonterapia é uma boa maneira de realizar este processo.

A Colonterapia é um tratamento integral de limpeza intestinal que desintoxica através da remoção das fezes retidas no intestino grosso, acompanhado de uma dieta alimentar e a reposição da flora intestinal com lactobacilos.Após as sessões os pacientes são orientados a uma reeducação alimentar e exercício físico constante.

Algumas dicas são importantes:

Tire o gás do feijão: lavar o feijão e colocá-lo em água fervente deixando ferver por 3 minutos em panela tampada. Deixar de molho por 2 horas, escorrer a água, deixar novamente de molho por mais 2 horas. Troque a água e deixe novamente de molho até o dia seguinte. Escorrer, lavar e cozinhar o feijão; Gengibre e alho são ótimos quando usados em comidas que produzem gases; Quanto menor a mistura de alimentos menor a possibilidade de formar gases; Existe uma individualidade. Observe os alimentos que dão gases para você; Diminua ou retire o leite da sua alimentação; Faça desintoxicação com limpeza intestinal e reposição da flora todos os anos.

Fonte: Tiago Almeida e Solange, autores do livro “Colonterapia: Reeducação Alimentar, Desintoxicação, Rejuvenescimento” (editora Gran Sol) .

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

MAU HUMOR LIMITA A VISÃO

Aquela noção intuitiva de que a pessoa mal-humorada tem uma visão limitada da vida, ou pelo menos das coisas que a cercam, foi comprovada por neurocientistas da Universidade de Toronto, Canadá, mostrando mais uma vez como as emoções filtram a informação sensorial que chega ao cérebro. No estudo, os pesquisadores mostraram aos voluntários uma série de imagens que os deixavam contentes ou irritados. Na etapa seguinte, exibiram figuras compostas, em que uma face ocupava a posição central, que era circundada por paisagens. A instrução era para que eles se esforçassem para manter o foco na face central, coisa que os participantes mal-humorados conseguiram fazer facilmente. Em compensação, os que estavam de bom humor tiveram muita dificuldade para não prestar atenção nas paisagens apresentadas ao redor. O estado de humor literalmente muda a forma como o córtex visual opera, explicam os autores do artigo publicado no Journal of Neuroscience. Fonte .

domingo, 9 de agosto de 2009

A GRIPE CONTINUA AGINDO

É sempre bom se prevenir...
A pedido de um amigo de pesquisas no tempo do nosso saudoso e querido Corsini, do qual fui amigo (nos anos 70) e discípulo no começo dos anos 80 em Imunologia e Genética (Unicamp), vou repassar a todos a maneira mais correta e saudável de enfrentar essa Influenza A (erroneamente chamada de gripe suína). O melhor que você pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais. Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores. As células T controlam inúmeras atividades imunológicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores. Bem, vamos ao que interessa, ou seja, quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu funcionamento). Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus. Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade. Não tome leite, principalmente se estiver com resfriado ou com sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura. Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico... Coloque bastante cebola na sua alimentação. Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico. Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora). Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas). Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico. O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe. Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados. Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais poli-insaturados. Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação. Com esses cuidados acima e essa alimentação... os vírus nem chegarão perto de você. Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes Laboratório Morfofuncional Faculdade de Medicina - UNAERP Fone: 36036744 ou 36036795 RIBEIRÃO PRETO . Verifiquei no Google... essa pessoa existe e exerce esta função. .

terça-feira, 28 de julho de 2009

10 DICAS PARA UMA DIGESTÃO TRANQUILA

Aprenda como organizar o seu cardápio para evitar problemas como azia e gases.
Com uma alimentação equilibrada e cuidados com eventuais intolerâncias alimentares do seu organismo é possível evitar azia, gases, má digestão e distensão abdominal. Veja as dicas de Tiago Almeida e Solange Menta, pioneiros em colonterapia no Brasil, para uma digestão tranqüila: 1) O primeiro passo é controlar o excesso de farinha refinada, gordura saturada, carnes vermelhas, frituras, refrigerantes, pimenta e cafeína. Todos dificultam o trabalho do sistema digestivo e têm muitas toxinas. 2) Algumas pessoas têm leves sensibilidades a alguns alimentos, como leite, feijão preto, brócolis e couve-flor. O ideal, neste caso, é substituí-los por similares de fácil digestão: o feijão preto pode ser trocado pelo azuki ou o branco; o leite de vaca pelo de soja. 3) Azia nada mais é do que excesso de acidez no organismo. Evite, portanto, alimentos ácidos, como frutas cítricas (manga, laranja, abacaxi, tangerina e morango, por exemplo). Prefira as alcalinas: banana, uva-passa, mamão e melão. 4) Já a sensação de peso e de distensão do abdômen, também conhecida como má digestão, pode ser combatida com as frutas ácidas, que têm enzimas digestivas. Abacaxi é especialmente bom nesses casos. Nozes, castanhas, suco de pêra com pêssego ou suco de banana também podem ajudar. 5) Os gases são causados por desequilíbrios da flora intestinal e pela fermentação dos alimentos. Além de identificar eventuais intolerâncias do seu organismo, é bom evitar combinações ruins, como a de muitos alimentos indigestos em uma mesma refeição (feijão + brócolis) ou frutas cítricas e doces juntas (laranja + banana, por exemplo). 6) Faça uma dieta variada, com pelo menos três tipos de frutas e três de saladas todos os dias, com cores diferentes (o que significa nutrientes diferentes). Prefira alimentos orgânicos e grãos integrais, hortaliças frescas, óleos de gergelim, oliva e girassol, sucos naturais. Tente, a cada semana, variar um item do cardápio para oferecer novos nutrientes ao organismo. 7) Para não exagerar na carne vermelha e não ficar sem proteínas, troque algumas porções da carne por similares brancas ou por tofu, champignon, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico e feijão branco. 8) Não beba durante as refeições, para não diluir o ácido clorídrico do estômago e prejudicar o trabalho digestivo. Líquidos, só meia hora antes ou uma hora depois da comida. Lembre-se também de mastigar sem pressa. 9) Pela manhã, em jejum, massageie o abdômen em sentido horário, para estimular o funcionamento do intestino. Depois, beba um copo de água morna ou de chá de limão. 10) Prefira jantar três horas antes de dormir.

Fonte: Tiago Almeida e Solange, autores do livro “Colonterapia: Reeducação Alimentar, Desintoxicação, Rejuvenescimento” (editora Gran Sol).

sexta-feira, 19 de junho de 2009

OS GORDOS PODEM APRENDER COM OS MAGROS

Por: Flávio Gikovate

Não pretendo ser simplista e afirmar que existe um caminho único e fácil para se resolver a complicada questão da obesidade. Mas proponho uma inversão radical no modo de pensarmos a respeito do assunto. Em vez de nos atermos aos gordos e aos seus hábitos, que tal voltarmos nossa atenção para o modo de ser dos magros?

Os magros não sabem o que é passar o dia contando quantas calorias já comemos, pensando os alimentos antes de ingeri-los, visitando a balança. Os gordos se entretêm numa espécie de videogame interior, onde eles vencem ou perdem conforme o número de calorias que consumiram naquele dia ou naquela refeição. Nenhum magro sofre desse tipo de obsessão. Trata-se de um processo psíquico muito intenso, capaz de determinar um novo tipo de prazer, semelhante ao que um corredor pode ter ao quebrar seus recordes. Compõe-se de uma espécie de desafio interior, que se associa a uma importante ocupação do tempo e da energia psíquica.

Sei de pessoas que emagrecem e ficam tristes porque não terão mais como ocupar seu cérebro. Em vez de ficar contentes com o resultado obtido, sentem uma certa depressão relacionada com o fim do jogo. Adquirir – ou readquirir – uma “cabeça de magro” implica em abrir mão desse tipo de disputa consigo mesmo, que envolve uma permanente intromissão da razão nos processos metabólicos e que provavelmente determina resultados muito negativos.

A conquista da “cabeça de magro” corresponderia à verdadeira cura, do ponto de vista psicológico, da obesidade. Ela consiste na renúncia da razão em querer controlar o processo alimentar e metabólico. Poderemos nos alimentar com a naturalidade característica dos magros, sem vergonha ou culpa – atitudes próprias dos que se acham em transgressão. Nenhum magro entra numa doceira para, de forma rápida, comer doces com medo de ser pego em flagrante – comportamentos similares existem, por exemplo, entre os alcoólatras que tentam beber escondido. O magro saboreia e se delicia com o doce comprado com orgulho. Não tem pressa de terminar, por isso não o coloca inteiro na boca. Mastigará delicadamente e comerá apenas o que desejar. Não terá de se fartar, uma vez que, para ele, a doceira não irá fechar amanhã.

O magro não fará dieta na segunda-feira, por isso não terá de comer toda a pizza que conseguir no domingo à noite – o que provoca a desagradável sensação de mal-estar decorrente do excesso de ingestão de comida. Comerá dois pedaços, talvez três. Sabe que poderá comer pizza de novo no lanche da manhã se assim o desejar, condição que diminui a compulsão voraz.

É possível que o gordo que tentar viver como os magros venha a engordar uns poucos quilos no primeiro momento em que parar de se controlar e de dominar seus desejos. Isso durará pouco, pois a tendência para o abuso da liberdade recém-adquirida será breve. O que virá depois é a normalização da sua relação com a comida e com o peso corpóreo. Deixará de se pesar a todo momento, comerá sem culpa e somente o necessário. Não se sentirá tão feliz quanto imaginou, pois o prazer de ser tornar magro é efêmero. Logo compreenderá que os magros também têm dissabores e sofrimentos.